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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Agradando a Deus



Tema: Crescendo na graça
Título: Agradando a Deus
Texto:  “ mas, assim como fomos aprovados por Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações.”  (1Ts 2.4)

INTRODUÇÃO:
     É uma verdade familiar que o propósito supremo de todo genuíno crente deve ser o de glorificar a Deus. Tudo o que dizemos ou fazemos nossos relacionamentos, o uso dos dons e oportunidades que Deus nos dá e, mesmo, a maneira como suportamos situações adversas e hostilidades humanas, tudo deve ser feito de modo a glorificar a Deus e agradá-lo.A felicidade do genuíno crente condiciona-se a agradar a Deus. Paulo nos faz a seguinte exortação “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.  Não vos torneis causa de tropeço nem a judeus, nem a gregos, nem a igreja de Deus;”   ( 1Co 10.30,31)

I -O GENUÍNO CRENTE TEM UM CHAMADO PESSOAL PARA AGRADARA DEUS
1. Esta foi a experiência de Abraão que foi chamado de amigo de Deus- “ Ó nosso Deus, não lançaste fora os moradores desta terra de diante do teu povo Israel, e não a deste para sempre à descendência de Abraão, teu amigo?  E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus. (2Cr 20.7;Tg 2.23)

2. Cristo não viveu para agradar a sí mesmo nem o crente vive para agradar a si mesmo “ Disse-lhes Jesus: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra.  E aquele que me enviou está comigo; não me tem deixado só; porque faço sempre o que é do seu agrado.  Ora nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Portanto cada um de nós [agrade] ao seu próximo, visando o que é bom para edificação.  Porque também Cristo não se [agradou] a si mesmo, mas como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.” ( Jo 4.34; 8.29; Rm 15.1-3)

3.  Essa foi a experiência de Paulo – “ Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.  (Gl 1.10)

II- MEIOS QUE AGRADAM A DEUS E CAPACITA-NOS A VIVER DE ACORDO COM SUA VONTADE EXPRESSA EM SUA PALAVRA
     Existem alguns meios a serem utilizados pelo crente para agradar a Deus e que também os capacita a viver de acordo com Sua vontade,são eles:
a)  A fé – ‘Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”.(Hb 11.5,6)

b) O louvor e Ação de graças– “ Louvarei o nome de Deus com um cântico, e engrandecê-lo-ei com ação de graças.  Isto será mais agradável ao Senhor do que um boi, ou um novilho que tem pontas e unhas. (Sl 69.30,31)

c) A generosidade – “ Mas tenho tudo; tenho-o até em abundância; cheio estou, depois que [recebi] de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.  Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais [sacrifícios] Deus se agrada.  (Fl 4.18; Hb 13.16)

d) A obediência a autoridade divinamente constituída – “ Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus.  Por isso quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.  Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor.”  ( Rm 13.1,2;Fl 3.20)

e) A dedicação ao serviço cristão – “Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.” (2 Tm 2.4)

f) O exercício da misericórdia -  ‘Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” (Mt 5.7) . O exercício da misericórdia nos identifica com Deus “ porque é a única cobertura que tem; é o vestido da sua pele; em que se deitaria ele? Quando pois clamar a mim, eu o ouvirei, porque sou misericordioso.  Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeová, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade;”( Ex 22.27; 34.6)

CONCLUSÃO:
    A relação do genuíno crente com Deus, submetendo-se, a Sua santa vontade, por um desejo profundo de glorificá-lo, e consequentemente, agradá-lo, torna o crente realizado e feliz e sua felicidade tornar-se contagiante.  “ mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contando que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. (At 20.24)

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